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AS LIÇÕES QUE TEIMAM EM NÃO APRENDER

Data adicionada : July 06, 2015 06:00:03 PM
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Categoria:
 

06 julho 2015


A Grécia disse não à ditadura dos agiotas que governam a Europa. Os mesmos de sempre, políticos sem estaleca, que nunca souberam o que é governar em democracia. Sabem de números que os favoreçam, continuam a gritar contra o povo grego, e não só, e a teimar na humilhação. Um diz que são 19 passam a 18, se não quiserem submeter-se. Outro diz que ou acaba a Grécia ou acaba o Syriza. Elisa Ferreira, uma democrata, lembra que a Srª. Le Pen é capaz de ser mais perigosa para a Europa do que o actual governo da Grécia, acusado de rebentar com o povo grego, mais uma mentira, pois todos sabem que quem rebentou com a Grécia foram os governos europeus do dinheiro, comandados por Durão Barroso, com as suas alianças com os governos corruptos de Berlusconi, da Nova Democracia e do Pasok. O Syriza quer ser sério e não tem assinado um acordo que sabe, antecipadamente, como os anteriores também sabiam, que nunca poderá cumprir. Mas, aos chefes europeus dos contabilistas, com a Alemanha e a França à cabeça, os maiores beneficiários com a crise, nunca estiveram com vontade de a resolver . Só pensam em humilhar, em tornar servis os preguiçosos da periferia. Os chamados "bons alunos", como os tontos que nos governam, sem coluna vertebral, sem saberem dizer não a toda a destruição a que sujeitaram Portugal. Hoje, pura e simplesmente, não existimos. Somos um país da carochinha, com o Relvas e o Barroso de volta e o Cavaco a fazer contas de sumir.

Para eles, está tudo bem. O ministro do trabalho e da segurança social, aquele ser seráfico e espiritual, está contente com a destruição da dignidade dos trabalhadores. Em vez do estado social promove a caridadezinha. Ora, a caridadezinha é o último degrau da humilhação do Homem. Há crianças pobres como nunca houve. Há famílias a viver da caridade para não morrerem à fome. Há trabalhadores a passar fome porque a degradação dos salários levou à ruina das famílias. Mas, para o seráfico homem, está tudo bem. Nunca vivemos melhor. É burro ou está a gozar com a nossa cara?

O dinâmico ministro da economia vende Portugal a pataco, nem que seja ao diabo. O que lhe interessa não são os parceiros, são os cifrões. Vende a quem der mais, no momento, o que nunca foi uma boa maneira de vender.

A angélica ministra da agricultura, para alimentar os lóbis do papel, deixa que os eucaliptos se espalhem pelo país e passa os incêndios para a ministra da administração interna. É o salve-se quem puder e, como sempre, a agricultura safa-se nas mãos de industriais estrangeiros que aprenderam como aproveitar as regalias que os governos oferecem.

O revolucionário ministro da educação liquidou todos os ganhos que os últimos ministros do PSD e do PS vinham conseguindo, na ânsia de voltar ao grau zero. Portugal vai ter muita dificuldade em recuperar o atraso em que nos mergulhou. Por exemplo, uma das coroas de glória da sua política foi conseguir reter, na 2.ª classe, milhares de crianças. O quê, senhor ministro, na 2.ª classe já as crianças reprovam? Não há maneira de as recuperar para que não comecem tão cedo o calvário da repetição de anos e anos que, quase sempre levam ao abandono escolar? E há escolas e, mais grave, há professores que alinham nestas políticas? Antes passar fome.

 
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