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A IGNORÂNCIA É A MÃE DE MUITAS PARVOÍCES

Data adicionada : January 22, 2015 04:00:03 PM
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22 janeiro 2015


Aí por 2008, rebentou a badalada «Crise», nos Estados Unidos da América, onde, estranhamente, não consta que Sócrates governasse. Alastrou rapidamente a uma Europa estupidificada, ainda que Sócrates apenas governasse num pequeno país periférico, sem nenhum peso político. Mas, os deuses políticos sabem que Sócrates conseguiu destruir as economias de França, Itália, Espanha, Irlanda, Grécia, Chipre e, quiçá, ainda, o Estado Social, a Democracia e, por ventura, terá desencadeado o imenso desemprego que nos aflige. Segundo os mesmos deuses, também será dele a responsabilidade da destruição do projecto europeu no seu todo. Ah, Sócrates grandioso! Que poder, hein!

Já ninguém fala de Merkel, a inocente, com a sua ideia da austeridade para encher os bancos alemães e reduzir a escravos os povos livres da Europa; nem do camaleónico Durão que, depois de dar uma mãozinha a Bush para invadir o Iraque, presidiu à União Europeia, sem espinha dorsal, nem sucesso; nem de Cavaco, o homem que destruiu as pescas, a agricultura, o comércio e a indústria portuguesas e que continua a apoiar os que vendem Portugal a pataco, assobiando para o lado. Quem se lembra de culpar o ignorante do Passos ou o irrevogável Portas, ou, sequer, a inefável contabilista Luís? Ninguém. Ninguém é culpado. Só o Sócrates que, mesmo engaiolado, continua a puxar os cordelinhos do mal e a promover o desemprego, a fome, a ruina da ideia democrática, do Estado Social, dos serviços públicos e de tudo o que tem contribuído para a desgraça do povo português. Também ele é culpado da destruição da imagem dos políticos, da subida astronómica e perigosa dos movimentos nacionalistas e de outros extremistas ingovernáveis, da perseguição aos emigrantes, dos riscos do regresso às guerras e da insignificância crescente do peso político de um continente que já foi poderoso e progressista, luz do mundo, digamos.

Valha-me São Pancrácio!

 
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