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Restauração Algarvia precisa de marca própria de não ir a reboque do Turismo Algarvio

Data adicionada : April 14, 2014 06:00:02 PM
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14 abril 2014


A Páscoa corresponde sempre à primeira invasão turística do ano no Algarve. A restauração local prepara-se para tirar partido dessa primeira invasão turística, após Inverno calamitoso. Há sete anos publiquei o roteiro "Os Cem Melhores Restaurantes Algarvios", produto dos meus doze anos de serviço no Diário de Notícias, sobretudo na página Boa Vida. Devo dizer que hoje mais de cinquenta desses restaurantes não existem. Falta ao sector uma organização, independência, que o valorize sem depender da gestão turística algarvia. Este jornal online tem uma rubrica nesse sentido que se aplaude. Nós temos uma Dieta Mediterrânica que devia funcionar como grande atractivo todo o ano. Possuímos uma forma de comer de tudo, saborosa, fresca, saudável, que faz bem ao colesterol, ao fígado, ao coração, que é anticancerígena. Uma forma de comer que é uma dieta sem prescrição médica, sem restrição de qualquer ordem. Porque esperamos? Temos tudo para motivar uma vinda ao Algarve em qualquer época do ano. Não precisamos de um turismo de picos altos e baixos. Com uma temperatura média de dezoito graus por que esperamos? O que precisamos é de um verdadeiro marketing para a nossa Dieta. É preciso que a restauração algarvia tenha uma forte mensagem. Pode ser online. Estamos em crise. Mas sem uma boa mensagem nada feito. A crise, os mercados, não perdoam. O que é que aprendemos durante estes anos todos? Como diria o meu amigo Luís de Staut Monteiro esperamos todos os anos pela Primavera. Há vinte anos que esperamos pela Páscoa. Jack Welch, presidente da General Electric, a este respeito foi peremptório: ou mudamos ou morremos. Não há sector do turismo que subsista sem aprendizagem, sem conhecimento. O equilíbrio não pode basear-se em velhas práticas. Esperar pela Páscoa é uma velha prática de que quem nada aprendeu. Uma prática retalhista que não conduz hoje a lado nenhum. Não opera de forma robusta no mercado. Não corresponde a nenhuma excelência operacional, antes pelo contrário. Temos no Algarve turístico alguns pontos fortes mas não sabemos ainda hoje deles tirar algum partido. Creio que este jornal online pode constituir um insight profundo de grande pertinência, de conselhos inteligentes, de compreensão de velhos enigmas, da nossa restauração. A restauração algarvia pode constituir uma oferta ímpar aos desafios que temos de defrontar no século XXI. Pensei o sector e sei como os executivos devem orientar o seu negócio, enfrentar as exigências que se lhes pede. Neste aspecto este jornal online pode constituir um meio de revitalização da nossa estratégia de marketing. A restauração algarvia, independente do turismo algarvio, tem de criar propostas suas de valia, tem de construir a sua marca. Se não o fizermos, se acompanharmos a estratégia pueril do turismo algarvio, somos atirados para fora do campo de jogo

 
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